É uma virtude que um servo viva o amor e o conhecimento de Deus, experimentando a paixão e o anseio por Seu Criador, construindo sua vida dessa maneira e se aproximando Dele a cada instante. Contudo, se um servo deseja isso, se se dirige a Deus com amor e anseio, qual a participação do ego nisso? Se o ego participa, pode o verdadeiro fervor ser comprometido? Devemos pedir a Deus que nos conceda esse anseio? Também ouvi dizer que um dos favores de Deus é não deixar o servo sentir a recompensa por sua adoração. Qual o equilíbrio aqui? Podem-nos esclarecer com suas considerações sobre este assunto?
Caro irmão,
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Com saudações e bênçãos…
O Islamismo em Perguntas e Respostas